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Sobre organização, finanças e sua relação com o dinheiro

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Ouça ao som de:  Hoje o tema é diferente. Quero falar sobre finanças. Não, não sou especialista e nem se quer fiz um mero curso sobre o assunto. Mas aprendi de muitas maneiras como lidar com o dinheiro. Primeiro por que tive uma educação muito conservadora a respeito de finanças. Meus pais guardavam tudo o que podiam, e a poupança e investimentos em terrenos, assim como a vontade diária de abrir seu próprio negócio era basicamente a lição sobre finanças. Cartão de crédito? JAMAIS! Depois no trabalho. Primeiro emprego, ganhava pouco e vivia com pouco, mas esse pouco até que rendia. Me tornei gerente, aprendi sobre metas, sobre prazos e alguns tipos de investimentos. Aprendi que essa vida de metas dos outros não era pra mim. O suor, na minha opinião, não valia a pena ali, não havia reconhecimento. Mas antes de jogar tudo pro alto, veio a terceira lição. Resolvi embarcar num projeto de viagem. Seriam 10 mil reais em um ano, o que era muito dinheiro para alguém como eu!! E com...

Sobre dançar.

Sobre o dançar, a união perfeita dos corpos, dos passos, das mãos, sentimentos e respiração. A dança coloca vida e sentimento em forma de passos das notas musicais. É impossível não se deliciar apenas assistindo uma cena dessas. É invejável não poder traçar as pernas, os passos e os saltos junto com eles, ali, naquela calma, sentimento a flor da pele. É assim também na música, na fotografia, mas hoje, hoje não. Hoje quis falar só sobre a dança. Dança é saúde, é saudável, é lindo e forte. Libera a tensão do corpo, acalma, respira. É amor também. E raiva por que não? É tudo junto e misturado, mas de uma forma tão simples. Quem consegue transmitir tanta coisa sem nenhum equipamento? De que outra forma você se traduz tão facilmente sem uma câmera, sem um violão, sem um lápis e papel?  Dança é isso... é você se permitir se libertar! Permita-se hoje! Coloca o som e dança na sala. Sozinho.  Ou chama aquele seu amor... Permitam-se usufruir de todo o sentimen...

Sobre a braveza, TPM e chorar!

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Costumo ser tranquila, feliz, sorridente, atender bem as pessoas a minha volta... mas... Existem alguns momentos que um lado obscuro e mais forte do que eu ataca! Sabe, quando te falam uma coisa que imediatamente já te faz querer chorar de raiva? É mais forte, vem de dentro, de uma vontade irritada de gritar e você fica brava mesmo sem perceber. Aprende que é sim ofensiva quando quer, e perde todo seu charme angelical em segundos. Rasga o verbo e transparece tudo o que sente sem dificuldades. Toma atitudes sem querer, e exagera um pouco a mais do que esperava. Ao mesmo tempo, sabe que está falando por que sabe que pode ser sincera com o ouvinte. Quer que não aconteça mais, e acredita que precisa falar. Mas aí depois vem a vontade de só chorar... Parece que a raiva que cresceu dentro de você tá pedindo pra sair, ser levada e tem que ser com lágrimas... E aí você se sente assim, sozinho e não quer falar disso com ninguém. :( E é aí que ficam as reticências... 

Sobre a Vontade, o Foco e o Mar!

Assista ao vídeo e som lindíssimos: Phantom In Victoria from Eamon Urtone on Vimeo . É engraçado ver como força de vontade é uma característica pessoal mesmo. Tem gente que tem, e tem gente que não tem. Mas o pior de tudo é que essa é uma característica desenvolvida ao longo da vida. A gente cria na nossa cabeça como quer a nossa vida, e vai atrás! A gente cria nosso objetivo. E sabe pra onde tem q remar! Mas, Tem pessoas que não. E eu sinceramente não as entendo. Pessoas que vivem das costas dos outros. Do trabalho dos outros. E não se preocupam em melhorar, crescer. Pessoas que infelizmente estão sujeitas a viver no abismo, no risco de cair a qualquer hora. Eu não, eu prefiro o mar. Uma imensidão de possibilidades. Tem onda pequena que a gente passa fácil, tem onda grande, que quase afoga a gente, mas continuamos lá, remando rumo a ele. O mar renova nossa alma. A água salgada puxa a gente pra dentro do mar, e não deixa mais a gente voltar....

Sobre uma nova fase (e agradecimentos por ela!)

Leia ao som dos belíssimos aqui: https://www.youtube.com/watch?v=8F7tjZefhJY   Desde muito jovem tento ser o mais independente possível. Vendi cookies no colegial, vendi trufas na faculdade, tinha bolsa de um valor que auxiliava muito, e quando sai, logo quis encontrar meu primeiro emprego. Foi uma fase difícil, mas muito necessária. Todos que me conhecem pessoalmente sabem o quanto sofri no meu primeiro emprego. Mas sabem também o quanto agradeço. Cresci de uma maneira incrível (e não é papinho). De recém formada, e garota de 20 anos que não sabe de nada e quer mandar, tive que aprender a falar a linguagem dos profissionais da cozinha. Vivi uma política totalmente diferente do que é ser uma empresa, e quais valores devemos levar conosco. Tive pessoas do meu lado que fizeram eu enxergar o que eu queria ser , e principalmente o que eu não queria ser .   Lá atrás tinha planos, mas a vida joga a gente de um lado, de outro e muda tudo. Agora estou em outra empresa, rea...

Sobre as trajetórias, a persistência e os finais felizes e tristes

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É estranho, mas no fundo, quem não gosta do típico final previsível. Digo, não precisa ser totalmente previsível, mas a gente sempre torce pro lado do bom moço que depois de tanta coisa ruim, vai dar tudo certo e ele será feliz para sempre. Não pra "sempre", pois sempre acaba sendo um espaço de tempo muito longo e imprevisível, mas que pelo menos no momento do final da história, ele tenha alcançado seu objetivo e esteja no seu momento feliz. Quando você assiste How I met your mother (atenção, contém Spoilers), uma série americana dinâmica e engraçada que conta as histórias de 5 personagens jovens, você cria uma certa expectativa ao seu final. Analisaremos então os seus personagens, para você, que já tem alguma idéia do que se trata a série e do que estou falando. Durante os 9 anos, o retrato de Marshal e Lilly não poderiam caminhar para outro, senão o do casamento típico e perfeito, com brigas mas com muito amor e claro, alguns filhos pra completar a família. ...

Sobre os seis

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Hoje completo 182 dias com ele! Eu sei, ainda não são os 500, mas minha meta também não é essa. É muito maior.  São 06 meses de sorrisos largos, de risadas bobas, de coração batendo forte, de cervejinhas, cafés, açaís, e sucos de laranja! São 182 dias de livros de economia e administração! rs. São 06 meses de whatssapp e clicks! E são seis meses que eu to descobrindo outra eu! A que fica com o coração apertado, com um sentimento incontrolável, toda vez que ele tem planos que não te incluem. Aquele sentimento de uma concentração de adrenalina ali dentro de você, que quer explodir de raiva, ciúmes e lágrimas tudo junto. A verdade é que a gente tenta fugir, mas não consegue. Fazemos parte dos clichês de namorados. Ciúmes, briguinhas e apelidinhos carinhosos não fogem da gente. São 06 meisinhos que deito a cabeça no travesseiro e fico triste quando não converso com você. E 06 que são mais felizes quando deito no seu ombro, na sua barriga e seguro sua mão. São 6 que ele...