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Mostrando postagens de Junho, 2010

CopaBacana

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A copa do mundo é nossa. Na verdade, não é, e esse ano, nem sei se o Brasil leva. Mas a copa é nossa sim. Nossas calçadas e postes se vestem para o evento; o chão ganha personagens e bandeiras; e os olhos todos se viram em direção ao grande tapete verde nos pés dos nossos jogadores. O piscar dos olhos não ocorre durante 45 minutos seguidos, as mãos se direcionam sozinhas para a pipoca e para o copo. Os pés dos jogadores dançam, voltam, vão, voltam e tocam. É pé, é peito e cabeça. A aproximação do gol ocorre na mesma velocidade da voz do Galvão, o que inicia uma tremenda taquicardia em cada um dos trilhões de brasileiros, que a cada lance e a cada rede que balança, a garganta arranha num enorme Gol! Gooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooool! Até as vuvuzelas ficam menos irritante quando vemos o placar mudar! Os risos, abraços, lágrimas, felicidade libertada. Ver o rosto de cada jogador gritando Gol é sensacional. Da realização, sensação de tarefa cumprida!…

Reticências...

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Há dias penso e tento escrever algo sobre isso, mas ao mesmo tempo que quero aliviar esse sentimento, também não consigo defini-lo ao certo.Como é estar no último ano da faculdade? Nunca pensei que fosse tão difícil responder essa questão. É uma mistura de sentimentos, de felicidade, de tristeza, de agonia, de medo, sentimento de impotência diante de situações do dia a dia, tudo e nada ao mesmo tempo.Às vezes alegro-me, afinal estou concluindo uma fase muito importante da minha vida. Penso nas fases de mudanças da vida, de novos amigos, e, na maioria das vezes, também trazem separações, que com o tempo podem ser permanentes. E bate a tristeza. Além disso, terminar especificamente a faculdade é uma transição de vida do jovem (mas ainda adolescente) ao tão esperado adulto jovem, mas cheio de responsabilidades mais chatinhas do que costumamos ter por ai. Querer de fato mudar de fase é sair definitivamente da sombra de pais, professores, faculdade. Voltar pra casa dos pais não teria o m…