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No restaurante...

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Era um dia de sol, aproximados 35ºC. Já era quase o almoço. Tic. Tac. Tic. Tac. Tic. Tac. Tic. Meio dia. E lá vou eu novamente em direção ao restaurante central. Me sirvo muito bem de todos os alimentos, cumprimento os funcionários do local, e me sento em uma mesa, próximo a janela, de maneira que a luz do sol, mesmo um pouco encoberta pelas folhas das árvores do lado de fora, ainda bate sob nossa roupa, aquecendo levemente aquele momento. Um dia agradável, daquele clima que você pensa: podia ser sempre assim! Um dia perfeito. Agradeço, e enquanto me delicio com a refeição de cada dia, percebo que sou observada. Por um momento, penso ser um exagero de preocupação e continuo a refeição, mas os olhares persistem. Fico tensa, mas continuo a me alimentar, olhando de canto de olho pra lá e pra cá de tempos e tempos. Não era só a mim que observava, mas grande parte do restaurante tinha a mesma sensação. E pior ainda, me parecia não ser uma pessoa. Me parecia não ser humano. Não era humano. D...

UAHUAHUAHUAHUAHUAHUA... Eu Ri!

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Pra rirem de mim, por que nem eu consegui segurar as risadas desse fato tão estranhOOO! Como alguns já sabem, iniciei meu estágio em Cubatão ontem. E como alguns também sabem, até chegar lá tem chão. Preciso diariamente estar na porta do restaurante em exatas 7 horas. E preciso consequentemente sair de minha casinha por volta das 5 e 20, caminhar por 20 minutos até metade do canal 3 e lá aguardar um ônibus intermunicipal , o famoso Cubatão/Cosipa! Pois bem. Fiz este caminho na segunda, dia de estréia do estágio. E hoje, também o refiz². Acordei e já me deparei com os 20 minutos do relógio! Pasmém, estou atrasada! Levanto num pulo, coloco a calça jeans, blusinha, pego bolsa, caderno e jaleco, uma fatia de pão para o caminho e lá fui eu. Andei muito rápido, estava muito quente (para variar). Estava morrendo de medo de perder o bus e me atrasar, frequentemente olho pra ver se não aparecia nenhum ônibus de Santos pra eu ir até o canal 3! Pooois bem! Corri muito muito e muito. E quando cheg...

Em tudo que acredito... (ou Tudo o que eu quero)

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Talvez os leitores tenham percebido uma figura a mais logo abaixo do nome do blog e acima dos posts. Talvez não. Mas enfim... Essa pequena figura foi uma coletânea que fiz em um dia ocioso que estive filosofando. Filosofando principalmente sobre o futuro, sobre tudo o que eu quero e tudo o que eu acredito . E é sobre isso que quero compartilhar aqui. Tudo é uma palavra abrangente demais, mas tentarei (inutilmente) supri-la com meus ideais. Acredito, primeiro no amor, porque além de sentir necessidade em não perder a fé nele, se não é o amor que nos faz mais humanos, o que mais poderia ser (seriamos apenas um polegar opositor e um encéfalo altamente desenvolvido?). Acredito na nutrição e no bem que os alimentos podem nos proporcionar. Acredito que a saúde do corpo e da mente depende do que ingerimos. Mas acredito que antes disso, a saúde do corpo depende da saúde da mente e a saúde da mente depende da saúde do corpo. Acredito que para isso, não é necessário viver só de saladas, mas ...

À 2010, ao meu tempo...

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Fevereiro de 1996 Ingresso no Ensino Fundamental Dezembro de 2003 Término do Ensino Fundamental Fevereiro de 2004 Ingresso no Ensino Médio Fevereiro de 2005 Ingresso no Ensino Técnico Julho de 2006 Término do curso Técnico Dezembro de 2006 Término do Ensino Médio Março de 2007 Ingresso na Graduação 2010. Hoje – Falta 1 ano pro término da graduação Pois bem. Ontem. 11:00pm. Por algum motivo não consciente lembrei-me da existência de um fotolog em meu nome. Resolvi acessá-lo. Mais que isso; resolvi fazer uma viagem ao tempo. Decidi olhar no calendário de postagens. Fazia quase um ano que eu não acessava o espaço. Mas voltei mais ainda, não era o bastante. Quis ver a primeira postagem, as primeiras fotos, os primeiros comentários. É um sentimento diferente, de saudades, de aperto no coração, de perda daquela magia presente e quase que nem percebida no nosso dia a dia. Raivas bobas e sem motivos, ideais que hoje não me faz mais sentido, um jeito de escrever a...

Sabe de uma coisa?

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Sabe de uma coisa? Que se danem. Que se danem os que odeiam ler textos grandes. Que se danem os preguiças. Que se danem você. Que se danem eu. Que se danem. Fiquei indignada e ponto. Estava bisbilhotando orkuts alheios, claro, e o da vez era de um amigo que considero bastante inteligente e culto. E quando olho, uma comunidade intitulada: “Profile longos = Pessoas chatas”. Como assim? Claro que quando você olha uma comunidade dessa, você sempre pensa: Aff! Mas sempre fica aquela dúvida: será que ele me acha chata? Como assim, ele?? Como assim, perfis longos? Mas existem textos ótimos, adoro os ler, citações de outros autores, ou palavras próprias, naquele momento inspiração. Era o meu caso. Num momento inspiração, escrevi um texto. Coloquei no Orkut, e foi o próprio que deu origem ao blog, logo depois de alguns elogios, que cá entre nós, me deixaram deveras alegre! E agora essa comunidade? Quer saber? Que se danem! Cada um se define como quer...como pode. Como quer. Então hoj...

Sorrisos Largos

O vídeo eu vi em outro blog ( http://www.blogdogudin.com/2009/12/muitos-sorrisos-neste-natal.html ), e resolvi compartilha-los com vcs... Afinal, sorrisos largos. AAh o sorriso... o Sorriso é moeda nobre que tem o mesmo valor no mundo inteiro. O sorriso é Mágico! (...) Enjoy ;) =*

Nossa tolerável Insatisfação! [Post pré-Natal]

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Eu sei que não é o melhor assunto para se escrever no Natal, mas estive lendo e refletindo sobre duas coisas, especificamente. A dor e o suicídio (A Marquetti adoraria ler esse meu post ;)). Talvez os temas possam estar ligados entre si, talvez não. Vou tentar separar minhas idéias em dois posts, mas veremos como fica, e depois digo o q fiz! Primeiro, relendo antigos textos de Nasio (fortemente influenciada pelo curso de saúde mental, bem como a futura psicóloga residente da rep. Elas), surgem questionamentos que os coloco também aos leitores: por que temos dor, da onde vem essa dor, e como ela se vai. Alguns meses atrás achei uma comunidade no Orkut que chamou a minha atenção (o que não é difícil, já que tem dias que todas as comunidades do Orkut me chamam a atenção), e ela se chamava ‘Complique sua vida: Ame!’. Vi como qualquer outra comunidade, mas de uns tempos pra cá percebi que ela não poderia fazer mais sentido. Era e é a mais pura verdade. Não digo apenas o amor entre homem e...