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De esquerda

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Todo destro que já passou uma semaninha de gesso, sabe a dificuldade de cumprir seus afazeres diários de esquerda. Agora tente por 4 semanas. É o tempo que estou. Completarei essas 4 semanas amanhã, e sinceramente, a sensação de tentar fazer as coisas mais fáceis e bobas, como se vestir ou picar algum alimento no seu prato, é de incapacidade. A verdade que se descobre é que somos todos tão pequenos. E não só de braço esquerdo estou vivendo ultimamente, mas também mudei de lado no serviço de saúde. De profissional para paciente. De visita hospitalar para internado. E aí entende que até um braço quebrado pode lhe fazer muito mal se você estiver sob ação de fortes medicamentos. Entende também que mesmo todos os serviços serem SUS, a diferença de um para outro é gritante, e que o respeito por parte de seus funcionários e autoridades hospitalares é o que faz a maior diferença dentre eles. Aguardar em pé a consulta, e ao entrar no consultório, verificar que não existe uma cadeira para se...

Graduada

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É inexplicável a sensação de dar passos em direção ao palco, de beca, salto e capelo em mãos. É, praticamente, inacreditável. Você começa caminhando a procura constante da família, sobe, senta-se e pensa consigo mesmo: WOW! Eu to mesmo aqui! É uma mistura de “cumpri minha obrigação”, “chegou a hora de caminhar por si só” e “não quero dizer tchau”. Ainda mais quando você sabe que a Danny que está se formando cresceu muito nos últimos 4 anos, junto de outras pessoas que saíram ainda bobinhas e perdidas do aconchego da família e juntas e ainda sem muito conhecer uns aos outros, aprenderam que responsabilidade não precisa vir com seriedade. E que alegria é fundamental. Aprendeu ainda que muito do que você sabia não servia pra nada, e que aprender a conviver é a lei da vida pra qualquer profissão. Que confiar é importante. Mas nunca de olhos fechados. E que é vergonhoso e memorável sair de amarelo na rua! Vivi, e convivi. Ri. Chorei. Tive crises financeiras, de estresse, TPM, tcc e em...

Selo

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Bem... ganhei um selinho de qualidade, e vou fazer parte da brincadeira saudável! As regras são: 1. Repassar o selo para 10 blogs 2. Avisar para cada blogueiro que recebeu 3. Falar 10 coisas sobre você Então lá vai... 1. Acabo de me formar em Nutrição 2. Moro em duas cidades... Santos e SP 3. Em Santos, moro em república com outras 5 meninas :) 4. Meu feriado preferido é o Natal (hoje é natal =) 5. Tenho riniti alérgica 6. Apesar da riniti, moro com outras 4 pessoas, 4 gatos e 1 papagaio (em SP) 7. Amo fotografar e fotografias 8. Gosto de trabalhar em hospitais 9. Tenho mania de organização 10. Sou decendente de japoneses e italianos. Fim!

We all want to be young...

=*
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Um dia ensolarado, visitas inesperadas e calda sabor chocolate no sorvete de massa. Um banho de mar, brincos bonitos, flores, mensagens e ligações desnecessárias. Conversas jogadas fora numa caminhada no parque, cheiro de chuva, viagens . Risos únicos, bons dias, manchinhas nos olhos. Panetones de sorvete. Pôr do sol. Músicas minhas. Presentinhos de 0,50 em datas quaisquer. Silhuetas contra o sol. Abraços únicos. E apertados. Fotografias. São meros detalhes. E é deles que eu gosto mais! =)

Blogoterapia

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Pra quem já viu “Julie and Julia” sabe do que eu estou falando. Pra qualquer cidadão blogueiro, ou aquele que apenas se permite aventurar-se nesse mundo cybernético de blogs, também sabe. O título do post, de palavra não encontrada ainda no Aurélio, mas de significado facilmente traduzido na sua essência vêm de experiência própria que adquiri e é muito bem retratada nesses meus últimos 38 posts que compõem o primeiro ano de vida do meu primeiro blog. De fato, um pouco menos que 38 compõem o primeiro ano de vida do blog, mas a questão é que me empolguei tanto nas escrituras, no juntar das letras e no dançar das palavras que não notei o primeiro aniversário, que passou assim, despercebido. Foi no dia 28 de junho de 2009. Sorrisos largos, enfim, criou seu espaço no mundo. Alguns dias antes do nascimento, sua concepção. Com os dedos no teclado e ninguém do outro lado para ler as palavras, junto de uma crise de identidade dos 20 anos, surgiu o “Quem sou eu...” Certo que a filosofia havia vi...

À Paz.

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Não, não quero falar sobre a paz mundial e sobre os desejos de início de ano. Nada tem a ver com pombas ou bandeiras brancas, e nem tampouco é um pedido para pausa do estresse diário da vida paulistana. Ao contrário. Nas últimas semanas, e talvez até no último mês, muito longe do que pensava, um sentimento invadiu-me. Um sentimento de alegria, felicidade, e que dentro tantos, finalizei definindo-o de PAZ. Aquela agonia de fim de faculdade, de ansiedade e até mesmo o medo se foi. A vida do lado daqui da serra não é tão ruim assim, embora ainda prefira a do lado de lá. O tempo me tranqüilizou, a distância mostrou que as amizades continuam, e a capital Paulista me apresentou lugares fantásticos em que o caos para chegar até lá vale a pena, quando se faz aquilo que sempre quis, quando as pessoas te recebem bem, e quando você se sente bem vindo, mesmo só estagiando. Revi os que há tempos não via, e que um bem enorme sempre me fizeram. Vi aviões voltando, abraços, conversas. Os poucos in...